O Amapá e seus governadores.

A história política-administrativa do Amapá é marcada pelo mandato de vinte e dois gestores, distribuídos entre os períodos de Território Federal e Estado. Após ser indicado pelo presidente Getúlio Vargas, Janary Gentil Nunes foi o pioneiro, tendo administrado a região por 12 anos (1943-1955). Depois de 45 anos como Território Federal sob tutela da União, o Amapá foi elevado à categoria de Estado da federação com a promulgação da Constituição Federal de 1988. Essa mudança conferiu plena autonomia política ao povo amapaense, permitindo a eleição direta de seus próprios governantes. Até 1990, todos os governadores foram nomeados diretamente por presidentes da República. Essa dinâmica mudou em 1991, quando o Amapá inaugurou sua autonomia política com a posse de Aníbal Barcellos, o primeiro governador eleito pelo voto direto. Agora, vamos conhecer um pouco a respeito desses governadores.

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Governadores

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Janary Gentil Nunes

Governou de 1944 – 1956

Foi o primeiro governador do Território Federal do Amapá. Nomeado pelo Presidente Getúlio Vargas, pelo Decreto-Lei nº 5.839. Governou de 1944-1955 e foi o responsável pelas construções da Residência dos Governadores e do Macapá Hotel dentre outras.

Janary Gentil Nunes

  • Nasceu na cidade de Alenquer no vizinho Estado do Pará.
  • Seu governo ficou conhecido na historiografia como “período janarista”.
  • Após deixar o governo do Amapá, Janary foi nomeado para a presidência da Petrobrás e posteriormente embaixador do Brasil na Turquia.
  • A tradicional Rádio Difusora de Macapá foi criada nesse período e foi essencial para a comunicação e divulgação de informações no território.
  • Em 1944 implantou o projeto de povoar, sanear e educar deslocando populações do centro de Macapá para bairros como Laguinho, Perpétuo Socorro e Favela, atual Santa Rita.

Janary Gentil Nunes

Janary Gentil Nunes

    Algumas realizações
  • Instalação do Território Federal do Amapá.
  • Grupo Escolar Barão do Rio Branco (1946).
  • Colégio Amapaense (1952).

Theodoro Arthou

Governou de setembro a outubro de 1954

Governou o Território Federal do Amapá interinamente no ano de 1954 por dois meses, quando Janary Nunes teve que se ausentar do cargo. Durante sua curtíssima gestão, conseguiu autorização da Câmara para construção de dez escolas no interior e um grupo escolar (Escola São Benedito) no bairro do Laguinho, em Macapá.

Theodoro Arthou

  • Seu governo foi um dos mais curtos da história administrativa do Território Federal do Amapá.
  • Atuava originalmente no sistema judiciário antes de assumir a administração pública.
  • Foi promotor público antes de assumir suas funções administrativas.
  • Procurador Geral da República.
  • Assistente administrativo da justiça durante a gestão do Sr. Marcos Condes Filho.

Theodoro Arthou

Theodoro Arthou

  • Autorização para a construção de dez escolas no interior do território.
  • Construção do Grupo Escolar São Benedito, no bairro do Laguinho em Macapá.

Amílcar da Silva

Governou de 1956 a 1958

Governou o Amapá de fevereiro de 1956 a fevereiro de 1958. Nessa administração foi inaugurado o Porto de Santana (7 de janeiro de 1957) com a presença do presidente Juscelino Kubitschek e Augusto Antunes (Icomi) iniciando-se a exportação do manganês no Amapá. O final de seu governo é marcado por uma tragédia: um acidente aéreo nas matas do Macacoari, ceifando as vidas de Coaracy Nunes, Hildemar Maia e Hamilton Silva.

Amílcar da Silva

  • Em 1946, foi contratado para assumir o cargo de diretor do posto médico do Município de Oiapoque.
  • Foi prefeito do município de Oiapoque de novembro de 1946 até 1949.
  • Em 1949 publicou a obra “A Mortalidade Infantil em Macapá”.
  • No período de 1952 a 1956, ocupou os cargos de Secretário de Saúde e Secretário - Geral do Estado do Amapá.

Amílcar da Silva

Amílcar da Silva

  • Em 2 de março de 1956 é criada a Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA.
  • Pavimentação da pista do aeroporto de Macapá.
  • Expansão da rede de saneamento básico e fornecimento de eletricidade na cidade de Macapá.

Pauxy Gentil

Governou de 1958 a 1961

Pauxy Gentil Nunes foi governador do Território Federal do Amapá entre fevereiro de 1958 e fevereiro de 1961. Dentre os destaques de sua administração foi implementado o primeiro asfaltamento de ruas em Macapá e colônias agrícolas e fazendas-modelo no interior.

Pauxy Gentil

  • Tomou posse no dia 14 de fevereiro de 1958.
  • No primeiro ano da gestão de Janary Nunes, em 1944, Pauxy assumiu a pasta voltada aos esportes.
  • Na gestão de Amílcar Pereira, Pauxy ocupava o cargo de secretário geral da administração territorial amapaense.
  • Também era conhecido como Caudilho do Norte, em virtude da imprensa considerá-lo um defensor incondicional da região Norte.
  • Pauxy Nunes publicou um livro chamado “Mosaico da Realidade Amapaense” em 1979. Obra de caráter histórico e documental, retrata a formação social, cultural e econômica do Amapá, unindo passado e presente.
  • Pauxy foi o responsável direto pela eleição de João Havelange como presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos), atual CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em 1956, durante o congresso nacional das federações de desporto, ocorrido em Macapá.
  • Pauxy Nunes apoiou o 1º Congresso Odontológico do Norte, ocorrido de 7 a 12 de julho de 1958.
  • Em maio de 1958, o Governador Pauxy Nunes resolveu conceder nos bairros de Macapá, às terças e sextas, audiências públicas.
  • Em julho de 1958, Pauxy foi eleito como sócio honorário do Rotary Clube de Macapá.

Pauxy Gentil

Pauxy Gentil

  • Transferência do Aeroporto de Macapá para uma área mais afastada do centro urbano.
  • Criação do Sindicato dos Marítimos, dos Estivadores, das Indústrias de Gêneros Alimentícios e da Construção Civil.
  • Construção e inauguração do Grupo Escolar Dr. Coaracy Nunes.
  • Ampliação dos serviços de energia elétrica, água, esgotos, asfaltamento e aberturas de ruas no Território Federal.
  • Solicitou apoio ao Presidente da República para acelerar as obras da usina hidrelétrica Coaracy Nunes, visando aproveitar o potencial hidráulico do rio Araguari.
  • Criado em Macapá o Curso de Administração Pública no governo de Pauxy Nunes, em maio de 1958.
  • Em março de 1960, Pauxy Nunes adquiriu verbas e materiais para a Legião Brasileira de Assistência (LBA) instalada no Território.
  • Criação do Serviço de Assistência Social da Divisão de Saúde.
  • Conclusão e inauguração do Colégio Amapaense.
  • Instalação e funcionamento do Grupo Escolar Coaracy Nunes, no bairro da Favela.
  • Melhoramento da Rodovia Macapá/Clevelândia.
  • Criação do setor de Relações Públicas do Governo.

Moura Cavalcante

Governou de março a setembro de 1961

Foi nomeado governador do Território Federal do Amapá em 1961 pelo presidente Jânio Quadros e foi destituído do cargo após a renúncia deste em agosto do mesmo ano.

Moura Cavalcante

  • Exerceu mandato de prefeito de Macaparana no período de 1946 a 1948.
  • Moura foi Procurador do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Pernambuco (IPSEP).
  • Configurou-se como inimigo político de Janary Nunes.
  • Em 1970, foi nomeado presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
  • Ocupou o cargo de Ministro da Agricultura de 1973 a 1974.
  • Moura Cavalcante foi nomeado Governador de Pernambuco, sua gestão durou de 1975 a 1979.
  • Conhecido também pelo apelido de Zé Bonitinho.

Moura Cavalcante

Moura Cavalcante

  • Deu continuidade às obras da estrada que atualmente é conhecida como a BR-156.
  • Moura deu prosseguimento às obras da construção da hidrelétrica Coaracy Nunes.

Mario Barbosa

Governou de setembro a novembro de 1961

Governou interinamente o Território Federal do Amapá em 1961 e foi um dos pioneiros a desenvolver a área de Saúde. Ocupou vários cargos importantes na administração do ex-Território. Executou trabalhos sociais voluntários em clubes de serviços como o Rotary Clube de Macapá.

Mario Barbosa

  • Mário de Medeiros Barbosa esteve à frente do governo do Território Federal do Amapá por um curtíssimo período. Nomeado em 2 de setembro de 1961, foi destituído em 12 de outubro do mesmo ano. Essa brevidade refletia a instabilidade do sistema político da época, quando o parlamentarismo fora implementado para limitar a autonomia de João Goulart. Uma vez empossado, Goulart o substituiu por Raul Monteiro Valdez

Mario Barbosa

Pauxy Gentil

Raul Valdez

Governou de 1961 a 1962

Raul Monteiro Valdez sucedeu a Mário de Medeiros Barbosa, sendo nomeado governador do Território Federal do Amapá em outubro de 1961, com o apoio político do deputado federal Amílcar Pereira. Sua gestão transcorreu ainda sob o conturbado contexto do regime parlamentarista brasileiro, fator que contribuiu para que permanecesse apenas um ano no cargo.

Raul Valdez

  • Raul Monteiro Valdez exerceu a função de secretário geral do governo de Janary Gentil Nunes desde a sua instalação, entre os anos de 1944 e 1956.

Raul Valdez

Raul Valdez

  • Determinações para a conclusão de habitações destinadas a servidores públicos.
  • Finalização do Grupo Escolar Coaracy Nunes, localizado no bairro da Favela (atual bairro Central).

Terêncio Porto

Governou de 1962 a 1964

Teve sua gestão marcada pela organização territorial e administrativa, com a criação de vários municípios como Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Cutias, Pracuúba, Porto Grande, Itaubal (desmembramentos de Macapá) e Vitória do Jari de Laranjal do Jari e pelo foco no desenvolvimento regional, incluindo o incentivo à mineração (como a de ouro) e buscou a regulamentação da atividade, além de fomentar a exploração de recursos e a implementação de políticas de proteção ambiental, como a criação da APA do Curiaú, além da elaboração do primeiro Plano de Ação Governamental (PAG) focado no turismo e na exploração das potencialidades locais.

Terêncio Porto

  • Foi indicado ao governo pelo deputado federal Janary Gentil Nunes.
  • Durante seu mandato surgiu em Macapá o jornal Opinião, de propriedade de Pauxy Nunes.
  • Em 14 de Abril de 1963 é fundada a Associação Amapaense de Imprensa.
  • No ano de 1963 o Tenente e Comandante da Guarda Territorial cria a Guarda Noturna de Macapá.

Terêncio Porto

Terêncio Porto

  • Acreditava que o Amapá estava mais próximo ao território da França do que ao Brasil, por este motivo incluiu em seu programa de governo o prosseguimento da construção da Rodovia BR – 156.

Luis Mendes

Governou de 1964 a 1967

Foi nomeado pelo marechal Castelo Branco, Luiz Mendes governou com plenos poderes. Criou o Diário Oficial do Território do Amapá (1964); delimitou a zona urbana de Macapá; Modificou a denominação de Escola de Prendas Domésticas para Ginásio Feminino de Macapá (atual Escola Santina Riolli); mudou o nome Escola Industrial para Ginásio de Macapá, a atual Escola Integrada de Macapá; Criou a SATFA (Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá); constitui a Companhia Amapaense de Telefones; Inaugurou a UHE Coaracy Nunes, no Paredão, e o Posto Médico da Fazendinha.

Luis Mendes

  • Primeiro governador da ditadura civil militar, recebeu no Território Federal a visita do embaixador americano Lincoln Gordon (1964);
  • Em seu governo, delimitou pela primeira vez, a zona urbana de Macapá;
  • Mudou a denominação de Escola de Prendas Domésticas para Ginásio Feminino de Macapá (atualmente chama-se Escola Santina Riolli); Mudou também o nome da Escola Industrial para Ginásio de Macapá (atualmente chama-se Escola Antônio Cordeiro Pontes);

Luis Mendes

Luis Mendes

  • Criou o Instituto Regional do Desenvolvimento do Amapá (IRDA);
  • Criou o Diário Oficial do Território do Amapá (1964);
  • Estabeleceu a Companhia Amapaense de Telefones;
  • Inaugurou a UHE Coaracy Nunes (na usina do Paredão).

Ivanhoé Martins

Governou de 1967 a 1972

O General Ivanhoé Gonçalves Martins (1907–1993) fez carreira como militar brasileiro e que governou o então Território Federal do Amapá de 10 de abril de 1967 a 6 de outubro de 1972. Conhecido pela gestão austera e foco no desenvolvimento técnico.

Ivanhoé Martins

  • O que poucos sabem é que o governador, matogrossense de nascimento, Ivanhoé Martins foi jogador de basquete do clube do Botafogo do Rio de Janeiro. Segundo seus contemporâneos, falava muito bem a língua portuguesa, além de inglês e francês. Segundo os arquivos e notícias pesquisadas e, opiniões dos que analisam os governos territoriais confirma-se que Ivanhoé Martins é posto ao lado de Janary Nunes e Annibal Barcellos como os governadores que mais contribuíram para a estruturação do atual Estado do Amapá.

Ivanhoé Martins

Ivanhoé Martins

  • Autorizou a instalação de uma fábrica de compensados em Santana (Brumasa);
  • Determinou a construção do Ginásio Paulo Conrado e o Ginásio Normal Rural de Amapá;
  • Decretou a criação do Conselho Territorial; Inaugurou a BR-156, de Macapá a Clevelândia; Foi em seu período de governo que a Rádio Educadora São José entrou no ar.

José Freire

Governou de 1972 a 1974

Governou o Território Federal do Amapá de 1972 a 1974 por apenas dois anos. Período marcado por forte repressão política, especialmente pela deflagração da “Operação Engasga”. Em 1973, firmou convênio com o Projeto RADAM (Ministério das Minas e Energia) para o mapeamento de recursos naturais na Amazônia e realizou estudos para novos loteamentos habitacionais em áreas como a Vila Dr. Maia.

José Freire

  • A criação da TV Amapá, afiliada da Rede Amazônica, foi idealizada no ano seguinte, em 1973, durante um jantar na residência do ex-governador José Lisboa Freire, em resposta a uma enquete em que a população do então Território Federal acusou a falta de "uma televisão" para viver melhor. Dessa maneira, foi montada uma TV experimental do governo estadual.

José Freire

José Freire

  • A maior contribuição foi na estruturação administrativa do Amapá. 1973 – Brasília (DF). O Governador do Amapá Comandante José Lisboa Freire assina com o Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN), o convênio para a elaboração do anteprojeto do futuro Porto de Macapá, a ser erguido em Santana, cujas perspectivas se ampliaram pelo surgimento de maiores possibilidades, no que se refere à chegada e saída de produtos, sem a necessidade de transbordo, como se vinha fazendo até então, encarecendo os fretes e em consequência a própria mercadoria.

Artur Henning

Governou de 1974 a 1979

Governou o Território Federal do Amapá de 1974 a 1979. Nesse período, Macapá teve seu primeiro Plano Urbanístico. Ele se notabilizou pela dinâmica administrativa e modernização da cidade. Foi responsável por trazer a televisão para Macapá, inaugurando o primeiro canal (6), com imagens da Globo; transferiu o controle da UHE Coaracy Nunes para a Eletronorte; Substitui a antiga Guarda Territorial pela Polícia Militar do Amapá; Criou a Rádio Nacional de Macapá, desativando a Difusora e transfere todo o seu equipamento para a nova emissora; ficou conhecido o jargão de sua autoria: "O Amapá não tem história..."

Artur Henning

  • Presidiu a Federação Amapaense de Desporto.
  • Em 1976, durante o governo de Arthur Henning, houve a criação da empresa Amapá-Celulose S/A AMCEL, em Porto Grande.
  • Em seu governo foi instalada a Eletronorte no Amapá.
  • Participou da inauguração da hidrelétrica Coaracy Nunes em Ferreira Gomes.
  • Governador do ex-Território Federal do Amapá 1979-1985.
  • Nasceu no Rio de Janeiro em 16 de dezembro de 1917.
  • Casado com Carmelita Correa Henning.

Artur Henning

Artur Henning

  • Trouxe a televisão para Macapá, inaugurando o primeiro canal (6), com imagens da Globo.
  • Transfere o controle da UHE Coaracy Nunes para a Eletronorte.
  • Substitui a antiga Guarda Territorial pela Polícia Militar do Amapá.
  • Macapá tem seu primeiro Plano Urbanístico.
  • Fez uma política de bubalização no Amapá, em meio a febre do búfalo em 1975.

Aníbal Barcellos

Barcellos

Governou de 1979 a 1985

Governou o Território Federal do Amapá de 1979 a 1985. Foi o último militar indicado pelo regime. Dentre suas realizações temos a extensão de energia elétrica 24 horas para Mazagão; Inauguração de várias praças na capital, o que lhe valeu a alcunha de "Bracellos"; Compra "a primeira usina de asfalto" para Macapá; Criou uma empresa estatal de navegação (Senava) e manda construir navios de médio porte para o transporte fluvial entre Macapá e Belém; Criou comissão para elaboração dos símbolos oficiais do Estado; Criou o Conselho Territorial de Cultura; Embeleza a cidade com vários prédios (Teatro de Macapá, Banco do Estado do Amapá), dando um contorno arquitetônico modernista.

Barcellos

  • Seu pai, Manuel Barcelos Filho, era operário, e sua mãe, Minervina Barcelos, era dona de casa.
  • Ele atuou como vendedor ambulante e ajudante de pedreiro, entre outras atividades.
  • Em 1939, Annibal Barcellos ingressou na Marinha do Brasil, onde se formou na Escola de Guerra Naval.
  • Alcançou o posto de capitão de mar e guerra e foi responsável pelo departamento de convés do navio-escola Duque de Caxias.
  • Conhecido como “Comandante” e famoso por seus icônicos bonés azuis nas campanhas eleitorais e até no cotidiano, que se tornaram uma marca registrada e símbolo de sua conexão com o povo.
  • Em 1979, nomeado pelo então presidente João Figueiredo, Aníbal Barcellos assumiu pela primeira vez o cargo de governador do ainda Território Federal do Amapá, permanecendo até 1985.
  • Foi o primeiro governador, democraticamente eleito do estado do Amapá.
  • Foi deputado federal pelo Amapá de 1987 a 1991.
  • Foi eleito novamente para o cargo de governador em 1991 e ficou até 1995.
  • De 1997 a 2001 foi prefeito de Macapá.
  • Vereador de Macapá de 2005 a 2009.

Barcellos

Barcellos

  • Durante seu primeiro mandato, ele focou na construção de estradas, escolas e unidades de saúde, visando integrar as diversas regiões do estado e melhorar a qualidade de vida da população.
  • O Comandante também expandiu a rede elétrica no estado, levando luz para comunidades isoladas e promovendo o desenvolvimento econômico.
  • Extensão de energia elétrica 24 horas para Mazagão.
  • Inauguração de várias praças na capital, o que lhe valeu a alcunha de "Pracellos"; Compra "a primeira usina de asfalto" para Macapá.
  • Criou uma empresa estatal de navegação (Senava) e mandou construir navios de médio porte para o transporte fluvial entre Macapá e Belém.
  • Criou comissão para elaboração dos símbolos oficiais do Estado.
  • Cria o Conselho Territorial de Cultura.
  • Embeleza a cidade com vários prédios (Teatro de Macapá, Banco do Estado do Amapá), dando um contorno arquitetônico modernista.
Aníbal Barcellos 2

Barcellos

Governou de 1991 a 1994

Seu governo foi de 1991 a 1994 sendo o primeiro governador eleito do Estado do Amapá. Consolidou a implantação do Estado do Amapá, nomeando membros para o Tribunal de Contas da União e Tribunal de Justiça do Estado. Criou programas de saúde pública que levaram atendimento médico às regiões mais remotas do estado. Foram construídos novos postos de saúde e hospitais, além da aquisição de ambulâncias e equipamentos médicos modernos.

Barcellos

  • É autor do livro Morte nas Águas: A Tragédia do Cajari
  • Foi secretário de Agricultura durante a gestão do governador Jorge Nova da Costa.
  • Em 1988 fundou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Amapá.
  • Quando Senador da República, foi autor da Lei Nacional da Transparência.

Barcellos

Barcellos

• Primeiro governador eleito pelo voto direto do Amapá (1990).

• Liderança para a transformação do Amapá de Território Federal para Estado Federado.

• Implementação de políticas de desenvolvimento econômico e infraestrutura durante ambos os mandatos.

• Promoção de investimentos em educação e saúde pública.

• Consolidação da integração do Amapá na Amazônia ao lado de outros governadores regionais.

• Reconhecimento como figura central para a modernização e desenvolvimento do Estado do Amapá.

Jorge Nova da Costa

Governou de 1985 a 1990

Jorge Nova da Costa, engenheiro agrônomo e economista formado pela UFMG em 1966, governou o Amapá entre 1985 e 1990. Antes de assumir o território, acumulou experiência técnica no Governo Federal: chefiou a SUDECO sob Ernesto Geisel e foi subsecretário de Defesa Civil no Ministério do Interior durante a gestão de Mário Andreazza (Governo Figueiredo). No governo Sarney, atuou como superintendente adjunto e interino da SUDENE antes de ser nomeado para o governo amapaense.

Nova da Costa

  • Seu governo marcou o fim do período em que os governadores do Amapá eram nomeados pelo presidente da República.
  • O governo de Jorge Nova da Costa aconteceu em um momento histórico importante: o período de transição do Território Federal para o Estado do Amapá, após a Constituição de 1988.
  • Quando Jorge Nova da Costa governou, o Amapá ainda não elegia seus governadores pelo voto direto. Isso só aconteceria pela primeira vez em 1990.
  • Antes de entrar para a política, Jorge Nova da Costa se formou em Engenharia Agronôma.
  • Iniciou sua vida profissional no Serviço Público Federal em Janeiro de 1950.

Nova da Costa

Nova da Costa

  • Preparação institucional para a primeira eleição de governador do estado.
  • Criação do (BANAP).
  • Instalação da primeira delegacia de crimes contra a mulher.
  • O plano de desenvolvimento integrado do Amapá, estabelecendo diretrizes e ações para transformação do Amapá.
  • O convênio firmado com o exército brasileiro para a retificação da BR- 156 até a ponte do Rio Araguari.
  • Foi no mandato, ainda, que foram criados os municípios de Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Santana e Laranjal do Jari, através da Lei Federal nº 7.369, de 17 de dezembro de 1987, assinada pelo presidente José Sarney.
  • O governo idealizou ainda o Programa de Zoneamento Ecológico do Amapá.
  • O projeto de criação da Zona de Livre Comércio de Macapá e Santana.
  • O projeto da Universidade Federal do Amapá foi sancionado pelo presidente da República José Sarney.
  • Firmou convênio com o exército brasileiro para recuperação da BR-156, no trecho Cassiporé/Oiapoque.
  • No interior, o governo desenvolveu projetos nos municípios do Amapá e Calçoene.

Doly Boucinha

Governou de abril a maio de 1990

A rápida passagem do militar Doly Mendes Boucinhas, (menos de um mês no ano de 1990) ocorreu para que fosse resolvido o impasse entre o presidente eleito do Brasil, Fernando Collor, e o governador Jorge Nova da Costa. Collor, ao assumir o poder, havia indicado o nome do sergipano Gilton Pinto Garcia para o governo do Amapá até a eleição do primeiro governador. Jorge Nova, por sua vez, insiste em ficar por ter tido o "referendum" do Congresso. Assim, Doly Boucinhas ficou no poder até a resolução do impasse.

Doly Boucinha

• Tomou posse no dia 14 de fevereiro de 1958.
• No primeiro ano da gestão de Janary Nunes, em 1944, Pauxy assumiu a pasta voltada aos esportes.
• Na gestão de Amilcar Pereira, Pauxy ocupava o cargo de Secretário Geral da administração territorial.
• Também era conhecido como Caudilho do Norte, em virtude da impressa considerá-lo um defensor
incondicional da região Norte. • Pauxy Nunes publicou um livro chamado “Mosaico da Realidade Amapaense” em 1979. Obra de caráter histórico e documental, retrata a formação social, cultural e econômica do Amapá, unindo passado e presente.
• Pauxy foi o responsável direto pela eleição de João Havelange como presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos), atual CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em 1956, durante o congresso nacional das federações de desporto, ocorrido em Macapá.
• Pauxy Nunes apoiou o 1º Congresso Odontológico do Norte, ocorrido de 7 a 12 de julho de 1958.
• Em maio de 1958, o Governador Pauxy Nunes resolveu conceder nos bairros de Macapá, às terças
e sextas, audiências públicas.
• Em julho de 1958, Pauxy foi eleito como sócio honorário do Rotary Clube de Macapá.

Doly Boucinha

Doly Boucinha

• Durante a gestão de Doly Boucinha, futebol e natação foram modalidades incentivadas nas escolas.
• Transferência do Aeroporto de Macapá para uma área mais afastada do centro urbano.
• Criação do Sindicato dos Marítimos, dos Estivadores, das Indústrias de Gêneros Alimentícios e da Construção Civil.
• Construção e inauguração do Grupo Escolar Coaracy Nunes.
• Distribuição gratuita de mudas de árvores frutíferas aos agricultores do Território.
• Ampliação dos serviços de energia elétrica, água, esgotos, asfaltamento e aberturas de ruas no Território.
• Solicitou apoio ao Presidente da República para acelerar as obras da usina hidrelétrica Coaracy Nunes, visando aproveitar o potencial hidráulico do rio Araguari.

Gilton Garcia

Governou de maio a dezembro de 1990

Foi indicado ao Governo do Estado do Amapá no ano de 1990. Amigo pessoal do presidente Collor teve entre suas obras a conclusão da primeira etapa do Estádio Zerão; A finalização do Teatro das Bacabeira, c conclusão e inauguração do prédio do Tribunal de Contas e a construção do Tribunal de Justiça do Amapá

Gilton Garcia

  • Foi um governador de transição, exerceu o governo do mês de maio até dezembro de 1990.

Gilton Garcia

Gilton Garcia

João Capiberibe

Governou de 1995 a 1998

Governador eleito, governou o Amapá de 1995 a 1998. Sua gestão foi marcada por uma abordagem de políticas públicas transparentes e inovadoras, com foco no desenvolvimento sustentável e social. Implementou políticas voltadas para o desenvolvimento responsável.

João Capiberibe

  • É autor do livro Morte nas Águas: A Tragédia do Cajari.
  • Foi secretário de Agricultura durante a gestão do governador Jorge Nova da Costa.
  • Em 1988 fundou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Amapá.
  • Quando Senador da República foi autor da Lei Nacional da Transparência.

João Capiberibe

João Capiberibe

  • Em 1995 foi criado o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amapá (PDSA).
  • Criação da Escola Bosque do Bailique.
  • Criação do Sistema Integrado de Atendimento ao Cidadão.

João Capiberibe

Governou de 1999 a 2002

O segundo mandato de João Capiberibe como governador do Amapá ocorreu entre 1999 e 2002, sucedendo seu primeiro mandato (1995-1998).

João Capiberibe

  • O governo de Capiberibe no Amapá é frequentemente associado à implantação de políticas de transparência e foco no desenvolvimento social do estado.

João Capiberibe

João Capiberibe

  • Durante esse período, suas realizações e foco principal estiveram na continuidade e desenvolvimento do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), que visava a economia familiar e a segurança alimentar. O governo Capiberibe ficou conhecido por sua abordagem que aliava desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e a promoção social, em contraste com gestões anteriores focadas em grandes obras de infraestrutura que nem sempre consideram a sustentabilidade a longo prazo.

Dalva Figueiredo

Governou de abril a dezembro de 2002

Vice do governador Capiberibe, a professora Dalva Figueiredo substituiu-o no período de abril a dezembro de 2002, em razão de sua renúncia para concorrer a uma vaga no Senado nas eleições de 2002. Maria Dalva de Souza Figueiredo consolidou seu nome na história política do Amapá como um símbolo de pioneirismo institucional

Dalva Figueiredo

  • O ano de 2002 registrou um marco no Poder Executivo amapaense: em 5 de abril daquele ano, após a renúncia do titular João Alberto Capiberibe para a disputa ao Senado, Dalva Figueiredo tornou-se a primeira mulher a assumir o cargo de Governadora do Estado do Amapá. Sua gestão no Palácio do Setentrião, exercida até o final daquele mandato, deu continuidade às diretrizes de desenvolvimento sustentável e participação popular que caracterizavam sua base política.

Dalva Figueiredo

Dalva Figueiredo

  • Natural de Oiapoque, sua trajetória pública é marcada pela atuação no Partido dos Trabalhadores, atuação esta que a possibilitou articular políticas de bem-estar social e mobilização de base. Em 1998, foi eleita vice-governadora na chapa da coligação Frente Popular, compondo a administração estadual a partir de janeiro de 1999.
Antônio Waldez

Antônio Waldez Góes

Governou de 2003 a 2006

O primeiro mandato de Waldez Góes como governador do Amapá (2003-2006) foi marcado pela consolidação de programas sociais, investimentos em infraestrutura e busca pelo reequilíbrio das contas públicas, eleito pelo PDT após disputar o segundo turno em 2002. Sua gestão focou em áreas como educação, saneamento e saúde, além de reeleger-se em 2006 para um segundo mandato consecutivo.

Antônio Waldez Góes

  • Waldez Góes é técnico agrícola e político pedetista, assumiu o governo pela primeira vez em 1º de janeiro de 2003, após derrotar Dalva Figueiredo no segundo turno das eleições de 2002.
  • Atuou na área pesqueira como deputado antes de governar, com algumas ações iniciais de reestruturação de concursos e administração pública.

Antônio Waldez Góes

Antônio Waldez Góes

  • Focou em melhorias na Segurança Pública (com aquisição de viaturas e equipamentos).
  • Implementação de reforma tributária.
  • Criação de agência de desenvolvimento econômico e foco em desenvolvimento regional.
Antônio Waldez

Antônio Waldez Góes

Governou de 2007 a 2010

No segundo mandato de Waldez Góes como governador do Amapá de 2007-2010 foi reeleito em primeiro turno nas eleições de 2006 e tomou posse em 1º de janeiro de 2007. Góes não concluiu este segundo mandato, pois renunciou ao cargo em 4 de abril de 2010 para concorrer a uma vaga no Senado Federal, sendo substituído por seu vice, Pedro Paulo Dias.

Antônio Waldez

  • Foi o primeiro governador mais jovem a ser eleito no Amapá (até 2010).
  • Único governador pós Território Federal que teve 16 anos de mandato.
  • Primeiro representante do Amapá a se tornar ministro de governo.

Antônio Waldez

Antônio Waldez

  • Inauguração de diversas casas populares.
  • Avanço da pavimentação da BR – 156.
  • Executou obras de mobilidade urbana por todo o estado, principalmente em Macapá e Santana.
  • Construção de hospitais (como o Hospital de Clínicas).
  • Investimentos em energia (Expansão da Eletrobras).
  • Implementação de programas sociais e de educação, buscando a interiorização do desenvolvimento e a integração amazônica, consolidando sua gestão através de convênios federais e estaduais.
Antônio Waldez

Antônio Waldez Góes

Governou de 2015 a 2018

Waldez Góes (PDT) foi eleito para seu terceiro mandato como governador do Amapá em 2014, com 60,8% dos votos válidos, retornando ao poder após governar entre 2003 e 2010 derrotando nas urnas o então governador Camilo Capiberibe no segundo turno, consolidando a vitória com apoio da coligação "A Força do Povo". Ele assumiu em 1º de janeiro de 2015, focando em educação integral, valorização docente e no debate sobre a substituição tributária. Durante seu mandato de 2015 a 2018, focou em medidas de austeridade para equilibrar as contas públicas, priorizando a manutenção dos salários dos servidores em dia e a retomada de obras de infraestrutura que estavam paralisadas, além de investimentos pontuais em educação e saúde.

Antônio Waldez

  • O início de seu 3º mandato foi marcado por desafios fiscais e a necessidade de reorganização das finanças estaduais.
  • Nascido em Gurupá, no Pará, em 29 de outubro de 1964, ele é o mais novo dos 16 irmãos, filhos do seringueiro Otacílio Silva e da dona de casa Isaura Góes.
  • Chegou ao Amapá ainda criança, com a família, e estudou nas escolas Paroquial Padre Dário, Grupo Amapá, e colégio Castelo Branco.
  • Em 1981, Waldez mudou-se para Castanhal, no Pará, para estudar o curso técnico agrícola, na escola Agrotécnica Federal de Castanhal.

Antônio Waldez

Antônio Waldez

  • Iniciou a implementação de escolas de tempo integral nos 16 municípios.
  • Propôs a revisão da substituição tributária, uma medida de 2012 que alterou a cobrança de impostos sobre mercadorias.
  • Planejou a descentralização do atendimento do Centro de Assistência Psicossocial (Caps) para municípios do interior.
Antônio Waldez

Antônio Waldez Góes

Governou de 2019 a 2022

Exerceu seu quarto e último mandato como governador do Amapá de 2019 a 2022. Reeleito em 2018 com cerca de 52% dos votos válidos, ele optou por cumprir o mandato integralmente, não renunciando para disputar as eleições de 2022. O governo foi marcado por parcerias para viabilizar obras. Ele encerrou seu quarto mandato em 31 de dezembro de 2022, sendo posteriormente nomeado Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Antônio Waldez

  • Enfrentou o auge da pandemia de Covid-19 no estado em 2020.
  • Também enfrentou o grave apagão elétrico no Amapá em novembro de 2020.
  • Ao final do mandato, Waldez Góes foi considerado um dos governadores que mais cumpriu promessas de campanha no país.

Antônio Waldez

Antônio Waldez

  • Duplicação da rodovia Duca Serra (AP-020), um dos principais eixos de ligação entre Macapá e Santana.
  • Construção da Rodovia Norte-Sul, visando integrar a região metropolitana.
  • Início da construção do viaduto na interseção da rodovia JK com a BR-210, destinado a melhorar o fluxo de tráfego intenso na zona norte de Macapá.
  • Investimentos em novos equipamentos, viaturas e infraestrutura para as polícias Civil e Militar, além de obras em unidades de segurança.
  • Reformas e construção de escolas, com destaque para a modernização das estruturas educacionais.

Pedro Paulo

Governou de abril a dezembro de 2010

Vice-governador do Waldez Góes assumiu a administração do Estado em abril de 2010, quando o cargo de governador do estado do Amapá ficou vago, com a renúncia do titular que, na época, lançava-se candidato ao Senado Federal.

Pedro Paulo

  • Nasceu na Ilha Caviana, município de Chaves, no Pará. Filho do agricultor Elpídio Magalhães de Carvalho e da dona de casa Adair Dias de Carvalho, é o oitavo de uma família de nove filhos. Formou-se em medicina FEMP/FEP-PARÁ e fez longa carreira profissional no Amapá.

Pedro Paulo

Dalva Figueiredo

  • Inaugurou a Ponte Miguel Pinheiro Borges, na divisa entre Mazagão e Santana, erguida sobre o Rio Vila Nova. Ordenou a pavimentação de vias urbanas de Macapá.

Camilo Capiberibe

Governou de 2011 a 2014

A gestão de Camilo Capiberibe (2011-2015) no Amapá focou em infraestrutura (estradas, pontes como a do Rio Matapi), habitação (Conjunto Macapaba), saúde (UPAs, hospitais) e saneamento (investimento na CEA, rebaixamento da tensão do linhão de Tucuruí), usando empréstimos do BNDES, gerando obras, enquanto buscou a concessão sustentável da Floresta Estadual (Flota). Ele promoveu também o fortalecimento da agricultura familiar, com casas de farinha mecanizadas.

Camilo Capiberibe

  • Nasceu no Chile em razão do exílio de seus pais, após o golpe militar de 1964 no Brasil.
  • Foi candidato a prefeito de Macapá em 2008.
  • Foi Deputado Federal – 2019 – 2023 pelo PSB.
  • Formado em Direito, Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC.
  • Campinas, SP; Mestrado em Ciências Políticas, Universidade de Montreal, Montreal.
  • Nomeado em 2025 pelo Presidente Lula para assumir a Presidência da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
  • É um dos autores do PL que institui o dia 25 de março como o "Dia Nacional de Levante Contra o Feminicídio", que ainda se encontra em tramitação no congresso.

Carlos Camilo

Carlos Camilo

  • Durante o seu governo lançou o edital para construção do novo campus da universidade Estadual do Amapá.
  • Iniciou a obra do Conjunto Habitacional do Aturiá.
  • Executou e inaugurou o Habitacional Macapaba em 2014.
  • Iniciou as obras do Habitacional do bairro dos Congós, atual Nelson dos Anjos.
  • Iniciou as obras da rodovia Norte sul.

Clécio Luís

Governou de 2023 a atual

Clécio Luís Vilhena Vieira, nascido em 8 de abril de 1972, é geógrafo, especialista em gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. Possui uma trajetória marcada pelo diálogo e pela experiência administrativa. Aos 26 anos foi o secretário de Educação mais jovem do Estado do Amapá e do Brasil. Fundador e presidente da Agência de Fomento do Amapá - AFAP, que denominou de Banco do Povo, por inaugurar uma política de microcrédito no Amapá. Foi vereador e prefeito reeleito de Macapá, inaugurando o conceito de cidade criativa na capital. Em 2022, foi eleito governador do estado, assumindo o cargo em 1º de janeiro de 2023. Sua gestão entrega para o Amapá o tratamento contra o câncer e marca a retomada da indústria. Posiciona o estado como destaque nacional, sendo o maior gerador de empregos por 3 anos seguidos (2023, 2024 e 2025), o maior avanço na sustentabilidade social, a maior redução do desmatamento no Brasil e com o maior investimento per capita em segurança pública do país. Na sua gestão e por sua atuação política, garante o direito do Brasil e do Amapá explorar petróleo na margem equatorial.

Clécio Luís

  • Família: Clécio é filho de Ana Maria Vilhena Vieira, ribeirinha de Afuá, professora de educação infantil, arte-educadora, contadora de história e pedagoga, e de Sebastião Luiz Vieira, cearense, migrante nordestino que chegou à Amazônia com os pais e, no Amapá, começou como vendedor de joias, e se estabeleceu como comerciante de vários segmentos. Casados, tiveram três filhos: Clécio, o mais velho, Clícia e Cliciane. Clécio é pai de três filhos: Clara, Luiza e Nando. É casado com Priscilla Flores, odontóloga e idealizadora do Programa de Saúde Mais Sorriso.
  • Formação profissional e acadêmica: Clécio trabalhou por muitos anos como comerciante com seu pai, que foi caixeiro viajante (ambulante) e, anos mais tarde, se tornou lojista. Clécio é geógrafo de formação, professor e especialista em Desenvolvimento Sustentável e Gestão Ambiental, pelo NAEA UFPA. Seu primeiro emprego público foi como policial civil, concursado no primeiro concurso do Estado do Amapá, em 1992. É professor de Geografia. Amante da cultura, arte e história, iniciou sua trajetória no movimento cultural, como produtor cultural na década de 90, foi um dos fundadores do movimento Rearticulando a Arte - MORA, produzindo grandes nomes da música amapaense, como Amadeu Cavalcante, Osmar Junior, Val Milhomem, Zé Miguel, Movimento Costa Norte e Rambolde Campos.
  • Foco em resultados: É conhecido por acompanhar pessoalmente o canteiro de obras, prezando pela qualidade das entregas públicas.
  • Vivência regional: Clécio viveu em todos os municípios do Amapá, o que lhe confere um conhecimento profundo e prático das peculiaridades e necessidades de cada região do estado.
  • Governador do povo: Em um gesto inédito de visão pública, Clécio decidiu não morar na Residência Oficial, transformando-a em um espaço acessível, a todos e de desenvolvimento da economia criativa, turismo e memórias.

Clécio Luís

Clécio Luís

    Saúde e bem-estar
    Revolução na saúde: Realizou a maior reforma do Hospital de Emergências (HE) em 70 anos e iniciou a construção do Novo HE com 212 leitos e centro cirúrgico avançado.
  • Tratamento especializado: Entregou o primeiro Centro de Radioterapia do Amapá e avançou com o Hospital da Criança e do Adolescente.
  • Saúde em números: Através do programa Mais Visão, realizou 120 mil cirurgias de catarata , além de 8 mil cirurgias pelo programa Zera Fila
  • Desenvolvimento e Inovação
  • Recorde de empregos: Alcançou a marca de 24 mil carteiras assinadas e elevou em cinco vezes o número de startups, somando 220 empresas de tecnologia.
  • Setor de petróleo: Viabilizou a instalação da Petrobras no estado, criando o programa Qualifica Amapá para preparar a mão de obra ocal para a indústria de óleo e gás.
  • Habitação: Entrega de 1.800 novas moradias nos residenciais Miracema, Vila dos Oliveiras e Nelson dos Anjos.
  • Segurança e Infraestrutura
  • Segurança reforçada: Redução histórica de 67% nos roubos e 73% nos latrocínios , com o reforço de 3.700 novos agentes e 310 novas viaturas.
  • Mobilidade urbana: Pavimentação de 300km de vias por todo o estado, incluindo as rodovias Norte-Sul e Duca Serra.
  • Programa Ponte Firme: Reconstrução de mais de 9 mil metros de passarelas em concreto, garantindo acessibilidade em áreas como Atalaia e Benedito Lino do Carmo.
  • Educação e valorização do servidor
  • oncursos históricos: Autorizou os maiores chamamentos da história, com mais de 8 mil convocados e 4.843 empossados até março de 2026.
  • Educação: Entregou 40 novas escolas , reformou outras 110 e garantiu o pagamento do piso salarial com aumento de até 30% para os profissionais da educação.
  • Cultura e memória: Parque Residência
  • De moradia a patrimônio: a antiga Residência Oficial foi revitalizada e modernizada, dando lugar ao Parque Residência. O espaço, que antes servia apenas aos governadores, agora é um centro de cultura, lazer e memória aberto para que a população conheça a história do Amapá.